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Controle de Pombos

Os pombos se alimentam basicamente de grãos e sementes, porém, durante o processo de adaptação às cidades, é comum encontrar estes animais comendo restos de refeições e até mesmo lixo. Em locais onde os pombos são alimentados, ocorre proliferação de ratos, baratas e moscas devido às sobras de alimentos que ficam no chão e às fezes que atraem moscas.

Por não fazerem parte da fauna nativa do Brasil, o pombos possuem poucos predadores, o que facilita sua reprodução. Tendo de 5 a 6 ninhadas por ano, uma colônia de pombos não controlada pode duplicar a cada ano.

Além da contaminação do ambiente por fungos e bactérias, os pombos podem transmitir mais de 75 doenças, dentre elas: meningite, salmonelose, ornitose e problemas respiratórios.

O pombos são responsáveis por danificar as estruturas físicas das construções, provocar entupimento de calhas e apodrecimento de forros de madeira, pelo acúmulo de ninhos e fezes. Suas fezes ácidas além de sujar, estragam pinturas, superfícies metálicas, fachadas e monumentos. Cada pombo produz cerca de 2,5 kg de fezes ao ano. Podem contaminar grãos e alimentos, em silos e indústrias.

O seu controle deve ser feito por pessoas devidamente autorizadas, com uma declaração de nocividade emitida por órgão governamental da área da saúde, agricultura ou meio ambiente. Além disso, a eliminação direta dos animais só pode ser realizada quando tiverem sido esgotadas medidas de manejo ambiental que restrinjam o acesso aos abrigos e fontes de alimento (INSTRUÇÃO NORMATIVA IBAMA Nº 141, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2006).

São muitas as ações recomendadas para auxiliar na solução de problemas causados por pombos. Entre elas:

1. Restringindo o acesso aos locais de pousos, como parapeitos, grades de janelas e marquises. Pode ser através da Instalação de armações de hastes pontiagudas e espículas ou Instalação de fios de nylon ou arame ao longo da superfície de pouso.

2. Bloqueando o acesso aos abrigos e locais onde constroem seus ninhos através da vedação das entradas.

3. Utilizando telas metálicas ou de plástico e repelentes, para evitar o pouso dos pombos nestes locais, geralmente substâncias pegajosas em forma de gel.